quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Carícias do tempo



E assim vai passando o tempo
Como o vento
Que acaricia a pele
E assanha os cabelos
Da gente que brinca
Que cresce
Que chora
Que luta
Que vence.

Espaços em branco.
Onde desenhamos histórias
Colorindo
Com nossas percepções.
Na linha tênue
A cronologia deixa marcas
Invisíveis ou não
Tempo que se arrasta
Tempo que passa

  Vida que flui.

Zezinha Lins

Um comentário:

Opinião Feminina disse...

Que lindo esse poema!!

opiniaofeminina1.blogspot.com.br

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