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Mostrando postagens de Maio, 2011

VERSOS ALADOS

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Enquanto houver primavera em setembro
Com flores desabrochando em nossos jardins
Jardins plantados, regados, cuidados...
Ou jardins sonhados, inventados, criados
Na imaginação de um ser  enamorado,
Haverá rosas, tulipas, amores-perfeitos
Margaridas, hortênsias e girassóis.
Enquanto houver um pomar
Com seus frutos suculentos
Polpas carnudas, doces, macias
Como a boca da mulher amada
Haverá magia...
No encontro de almas de todos os dias,
Nos olhos que se olham e se fundem sem se ver
Nos corações apaixonados que se entregam sem se tocar
No inexplicável desejo que explode em nosso ser.
Enquanto houver uma lua cheia no céu
Alegrando os casais de namorados
Inspirando os poetas em seus versos alados
Haverá um poema de amor
Porque o amor é pra sempre.

Zezinha Sousa

FLOR NEGRA

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Sou mulher
Sou homem forte trabalhador
Sou menino com sede de saber
Sou o vestido mais elegante da festa
Sou o céu estrelado na noite escura
Sou flor
Sou o negro
Sou a negra
Sou a liberdade
Sou o amor.

Zezinha Sousa

08 a 13 de Maio - Semana da Igualdade Racioal




A DANÇA

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MEUS FILHOS, MINHA VIDA

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Cinco flores cândidas Enfeitam meu jardim Sementes que germinaram dentro de mim Uma a uma cresceram e de mim saíram para o mundo Amor incondicional, intenso, imenso, incomparável Único... Cinco flores tão diferentes entre si Tão perfeitas para mim Todo zelo, todo carinho, todo amor Que é possível alguém sentir, Dedico aos meus amores-perfeitos Meus filhos... Minha vida. Mas o tempo passa, os filhos crescem Criam asas, precisam voar... O coração de mãe se agita, sofre, aceita, reza, espera... Vez ou outra um a um, ao colo materno retorna Um afago, um carinho, uma história pra contar Um conselho, um abraço, um beijo E o mesmo amor que permanece sempre igual Amor incondicional, intenso, imenso, incomparável Único... Meus filhos... Minha vida. Zezinha Sousa

SIMPLES ASSIM...

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Meu ser apaixonado Se abre para a vida Enquanto observo com cuidado Meu interior Deixo voar livres Todas as minhas borboletas Lindas, leves e vibrantes... Casulo não mais sou.
Zezinha Lins